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Professores da Unicentro são contemplados em editais de Bolsa Produtividade do CNPq

Dia 18 de março 2022


O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, o CNPq, é um dos principais órgãos de fomento à pesquisa no Brasil e uma das formas com que apoia as atividades científicas é por meio da concessão de bolsas produtividade aos pesquisadores. Elas são divididas em duas modalidades – a Bolsa de Produtividade em Pesquisa e a Bolsa de Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora.


As duas categorias, explica o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da Unicentro, professor Marcos Ventura Faria, têm a finalidade de valorizar os pesquisadores. “Visa incentivar a pesquisa, o desenvolvimento tecnológico e o aumento da produção científica, da inovação de qualidade nas universidades e instituições de pesquisa do país”.

A Unicentro tem 17 pesquisadores contemplados com a Bolsa de Produtividade em Pesquisa. Com o apoio em curso são os professores Fauze Jacó Anaissi, do Departamento de Química; Leandro Rampim, Cléber Daniel de Góes Maciel e Renato Vasconcelos Botelho, de Agronomia; Mikael Neumann, de Medicina Veterinária; Gilmar de Carvalho Cruz, de Educação Física; e Renata Marino Romano, do Departamento de Farmácia. Já quem garantiu uma nova concessão foi o professor Paulo Roberto da Silva, do Departamento de Biologia. Ainda, na chamada número 04/2021, outros nove docentes da instituição tiveram a bolsa renovada: Afonso Figueiredo Filho e Eduardo da Silva Lopes, do Departamento de Engenharia Florestal; os professores Jackson Kawakami, Luciano Farinha Watzlawick, Marcelo Marques Lopes Müller e Marcos Ventura Faria, de Agronomia; Edivaldo Lopes Thomaz, do Departamento de Geografia; Jó Klanovicz, de História; e Rubiana Mara Mainardes, do Departamento de Farmácia.

TRABALHO DE EQUIPE


Para a professora Rubiana, a renovação da bolsa de financiamento é resultado do trabalho e do empenho de toda uma equipe. “A importância se dá ao fato de que ela vai permitir a continuidade de trabalhos de pesquisa envolvendo alunos de Iniciação Científica, Mestrado, Doutorado e Pós-Doutorado”, avalia. As pesquisas da professora Rubiana são voltadas à área de nanotecnologia farmacêutica, com o desenvolvimento de sistemas nanoestruturados que sirvam de veículo para fármacos e outros compostos que apresentam atividade biológica. A finalidade desses sistemas, explica a professora, é melhorar o desempenho de fármacos já consagrados, mas que apresentam limitações.

“Esses sistemas podem tanto melhorar a eficácia e a efetividade, bem como reduzir os aspectos negativos, que são aspectos relacionados à efeitos adversos, à toxicidade, à limitações que essa medicação oferece. Essas nanoestruturas permitem que esse composto, esse fármaco permaneça um tempo superior no nosso organismo em relação aos medicamentos convencionais e que também seja mais abrangente no que diz respeito aos nossos tecidos, que ele alcance mais locais que os medicamentos convencionais acabam alcançando em uma menor concentração ou, às vezes, nem alcançam”, detalha a professora sobre suas pesquisas em desenvolvimento.

No que diz respeito às Bolsas Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora, são cinco os pesquisadores da Unicentro contemplados: André Lazarin Gallina e Paulo Rogério Pinto Rodrigues, do Departamento de Química, e Carlos Ricardo Maneck Malfatti, de Educação Física, com apoio ainda em curso; o professor Najeh Maissar Khalil, do Departamento de Farmácia, teve a bolsa renovada; e o professor Valdirlei Fernandes Freitas, do Departamento de Física, que obteve uma nova concessão na modalidade.

O projeto que garantiu a bolsa ao professor Valdirlei é intitulado “Daoxi: Dispositivo da Automatização de Oxigenoterapia”. “Ele tem por objetivo”, diz o professor, “tornar automático o processo pelo qual as pessoas fazem uso de oxigênio em clínicas e hospitais, ou mesmo residencial”. De acordo com o professor, o projeto está em desenvolvimento há quatro anos. Ele ainda conta quais são os pontos que, acredita, contribuíram para a aprovação da bolsa. “A maturidade do projeto em si, já temos o registro de patente, alguns trabalhos relacionados e, também, é um trabalho bastante inovador para a área, bastante promissor. O fomento da bolsa é importante não só para premiar o trabalho, mas também enriquece o nosso currículo e permite que possamos, no futuro, pleitear novos financiamentos não só para esse, mas para outros projetos que temos em mente para desenvolver”.

O pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da Unicentro, Marcos Ventura Faria, avalia que a concessão dessas bolsas para pesquisadores da universidade é um indicador da qualidade do trabalho desenvolvido pelos docentes nas áreas científica e tecnológica e mostra que os contemplados têm um alinhamento com temas importantes na área em que cada um atua. “Dentro da instituição, a importância disso é que, de certa forma, serve como um indicador da qualidade da pesquisa desenvolvida na instituição. Isso reflete também o esforço individual de cada pesquisador na sua carreira e, de certa forma também, o esforço institucional para o desenvolvimento, com equipamentos em laboratório e infraestrutura necessária, para que o pesquisador, junto com seus alunos e seus grupos, possam desenvolver as pesquisas”, finaliza Marcos Ventura Faria.

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Ano de 1819 lembra o ato formal de fundação da Freguesia de Nossa Senhora de Belém 

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Guarapuava é a gente que faz 

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Documento original assinado em 1818 por Joaquim de Marçal nunca foi encontrado

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